02 agosto 2009

Alone

Neste centro
Do meu mundo
Eu vou fundo
E sou só

Essa companhia
Fria
No dia
Frio
Sou eu.

Pergunto-me, talvez
E quando eu não existir?
Sozinha estarei.
E fim.

3 comentários:

gloria disse...

sei lá Sílvia, sinto que existiremos sempre, apesar de nós, desses esquecimentos que tecemos em torno de nós mesmas. estranho, acho que já te falei sobre isso, eu sinto uma ligação nem muito nítida com teus escritos, com algo de ti que chega a mim. bjs moça

Ígor Andrade disse...

A poesia não deixa de existir. Você sempre existirá de alguma forma.
Abração, minha querida amiga!

Anônimo disse...
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