14 junho 2009

Atemporal

No percurso do tempo
Luto contra tudo.
Ainda que queira, a favor...

Entretanto, entre tantos,
Sou fé no que desacredito.
Batalho sensações
Despropositadas
Desesperadas
Desestimuladas.
Manifestações d’um eu
Mudo.

Mudo o mundo, meu mundo
o verso, o sinônimo.
Num regresso
Reencontro-me.
Só. De novo.

3 comentários:

gloria disse...

que teus versos caiam como sementes e fertilzem novos torrões de terra. linda poeta! bjs

gloria disse...

que teus versos caiam como sementes e fertilzem novos torrões de terra. linda poeta! bjs

Ígor Andrade disse...

Muda o mundo que eu mudo também...
Belo poema, minha querida amiga!
Abraços... muitos...!