08 janeiro 2008

De lua? Yes, baby!

"O fim é sempre tão pequeno,
E em três letras, tão intenso.
Termina sem ter começado,
E começa quase sempre sem sentido;
Uns o querem; outros o têm, não querendo...
Quem o evitar, se tudo é efêmero?
Vida, amor, ódio, esperança, saudade...
Tudo passa.
Ter vivido o "intenso enquanto dure"...
Essa é a chama e toda a essencia
Ninguém recorda o amanhã
Pois ele ainda não é lembrança,
E lembrar é a única maneira de matar um fim."
(Epaminondas Alves Ferreira)




Em sendo efêmero, vou procrastinando o fim.
Sem chance, aceito-o, desconsolada.
Quando senão, o mundo conspira do contrário
E lembro e insiste intensamente. (re) Aparece.
Até que passe. Como tudo. Ou nada. E permaneça.
Sempre. No futuro até. O fim. (Nunca)